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VITILIGO
Devido às implicações de natureza estética e
emocional, é a mais importante das afecções discrômicas.
A cor da pele resulta da combinação de 3
fatores:
-
hemoglobina
-
carotenóides
-
melanina
O papel predominante cabe à melanina, que é o
pigmento específico da pele.
As diversas tonalidades raciais ou
individuais da pele são devidas à diferenças quantitativas
do pigmento melânico.
A esses fatores somam-se outros:
-
Exógenos: conforme a maior ou menor
exposição ao sol, e
-
Endógenos: vasculares, metabólicos,
hormonais.
Devido a todos esses fatores, a cor da pele
pode apresentar grande número de alterações, de acordo com
os múltiplos mecanismos patológicos.
Quando apenas a cor da pele se modifica,
chamamos de mancha.
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Manchas: hipocromias ou anacromias
Quando a variação se faz para menos. A mancha
é mais clara do que a pele normal, ou há desaparecimento
total da coloração.
Sendo o pigmento da pele o fator mais
importante na determinação de sua cor, para o vitiligo se
usa também outros sinônimos como: hipomelanose, amelanose e
leucodermia.
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Ocorrência
O vitiligo afeta 1% da população. Em 30% dos
casos, há ocorrência familiar.
Trata-se de uma dermatose cuja natureza ainda
é desconhecida.
Eventualmente, pode surgir após queimadura de
sol, ou em função de algum trauma sofrido.
Não tem predisposção quanto à raça ou cor,
podendo ocorrer em ambos os sexos.
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Manifestações clínicas
O início da doença é geralmente lento,
insidioso, surgindo uma ou mais manchas hipocrômicas que
evoluem para acrômicas, de tonalidade branco-leitosa,
geralmente com bordas hiperpigmentadas, não pruriginosas.
Em alguns casos, as lesões permanecem em
pequeno número; em outros, tendem a disseminar-se, às vezes,
confluindo entre si e deixando extensas áreas acrômicas.
Há tendência à destruição simétrica e algumas
localizações são nitidamente preferenciais, como os
maleolares, punhos, face antero-lateral das pernas, dorso
das mãos, dedos, axilas, pescoço e genitália. É raro nas
palmas e plantas.
Também localiza-se freqüentemente em região
perioral (em torno da boca), ou periorsitária,
podendo atingir as células pigmentares dos olhos.
A evolução do vitiligo é imprevisível. Pode
ocorrer repigmentação espontânea.
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Diagnóstico
O diagnóstico de vitiligo não oferece maiores
dificuldades.
As manchas têm aspecto característico e a
ausência de manifestações subjetivas e de qualquer outra
sintomatologia cutânea ou sistêmica facilita o diagnóstico.
Quando o vitiligo se manifesta em áreas
pilosas, ocorre a descoloração dos pêlos.
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Tratamento
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Fotoproteção: importante porque as lesões
de vitiligo queimam-se facilmente pela posição solar. As
margens da lesão se pigmentam, tornando ainda maior o
contraste. Além disso, a queimadura solar pode aumentar
ou desencadear novas lesões.
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Corticóides
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Psoralênicos
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Pseudocatalese
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Despigmentação: quando o vitiligo atinge
uma área superior a 50%.
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Mini-enxerto
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Betacaroteno
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